
Mentalidade
O Pix foi revolucionário. Agora ele também está rastreando seus hábitos de consumo.
Roberto Navarro
24 de março de 2026
Você lembra da sensação, em 2020, quando o Pix chegou? Transferências instantâneas, gratuitas, disponíveis 24/7, até domingo de madrugada. Pagar contas, enviar dinheiro para amigos, receber salário — tudo em segundos, sem digitar agência, conta, sem esperar D+1. Foi, de fato, uma das maiores revoluções financeiras da história recente do Brasil. Ninguém mais quero saber de TED, DOC ou boleto.
Mas agora, cinco anos depois, uma pergunta incômoda começa a ecoar entre especialistas em privacidade, economistas e cidadãos comuns: a que preço?
